Anjo Renegado

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Poema - O Renegado e a Sombra

O Renegado e a Sombra


[Renegado] Tudo está morto para mim,
Sombra amiga
Só tu acaricias meu ódio
Por essa luz escura
Que apagou minha esperança.
Rejeitado por quem me concebeu,
Fui atormentado por anjos
Os quais me apresentaram a vingança,
A ausência da luz
E ao escárnio do meu ser,
Ao ódio da escuridão das minhas lembranças,
À epístrofe,
A morte do meu ser.

Oh sombra amiga,
O infinito poço podre de minh’alma
Refletido nos meus olhos,
Mostram a mágoa
E a cólera que transbordam
Sobre meu semblante triste, cansado e rancoroso.
Anjos da luz seu ego orgulhoso,
Que te transformaram em nada,
Temem a escuridão
Por medo de sua grandiosidade,
Pois a sombra
É o lugar onde a luz não toca
E não pode se fazer presente.

[Sombra] Luz, eu acolho seus condenados,
E formo guerreiros para te derrubar,
Pois, tu não podes me negar!
Somos forças opostas,
De mesmo objetivo.
Lutamos por uma paz relativa,
Coerente a cada lado.
Luz e Treva,
Mas não há paz
Se não houver guerra,
Alguém tem que ceder
Ou o sofrimento prevalecerá
Em ambas as partes.
-Ítalo Barbosa e Alexandre Silva-
a.n



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