Necrofilia - A Morte Pede Por Sexo
Uma vendedora de cosméticos fica sem gasolina no meio de uma estrada quase deserta, ao encontrar um posto de gasolina, ela acaba encontrando também o que nunca deveria ter conhecido.
Classificação: +18
Categorias: Originais
Gêneros: Ação, Drama, Horror, Mistério, Suspense, Terror, Tragédia
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Capítulos: 5 (5.371 palavras) | Terminada: Não
Publicada: 05/03/2014 às 01:22 | Atualizada: 26/03/2014 às 21:18
Uma vendedora de cosméticos fica sem gasolina no meio de uma estrada quase deserta, ao encontrar um posto de gasolina, ela acaba encontrando também o que nunca deveria ter conhecido.
Classificação: +18
Categorias: Originais
Gêneros: Ação, Drama, Horror, Mistério, Suspense, Terror, Tragédia
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Capítulos: 5 (5.371 palavras) | Terminada: Não
Publicada: 05/03/2014 às 01:22 | Atualizada: 26/03/2014 às 21:18
Notas da História:
Plágio é crime, não copie. Invente!
Leia mais: http://anjo-renegado.webnode.com/contos/necrofilia-a-morte-pede-por-sexo/
Plágio é crime, não copie. Invente!
Capítulo 1
Tenho que Abastecer
Notas iniciais do capítulo
Pessoa por favor, se gostarem, favoritem a história!
POV Carrie
A história que vou contar para vocês, vai muito além da compreensão da mente humana. Sou Carrie Hudson e fui vítima de um ataque cruel nos arredores da cidade de Dallas/Texas USA.
A trinta quilômetros de uma cidadezinha chamada Scurry, ao sudeste de Dallas em uma estradinha apertada e deserta, havia um posto de combustível embrenhado e encravado na margem direita da estrada. O lugar tinha aparência suja e mal cheirosa, mas se estivesse a passar por ali enquanto faltasse gasolina no seu carro, seria sua única opção.
Era um dia quente como sempre naquela região, já estava anoitecendo e eu fazia mais uma habitual viagem pelas pequenas cidades envolta da grande Dallas. Meu trabalho era fazer entregas de cosméticos de uma pequena empresa em Mesquite, além disso, em cada cidade que passava, tentava vender meus serviços estéticos. Porém o tanque de gasolina do minha Van estava quase vazio. Fui obrigada a parar naquele pequeno posto sujo de beira de estrada, primeiramente pensei que estava abandonado, mas havia uma luz clareando o lado de dentro da janela da loja de conveniência.
Estacionei o carro próximo a uma bomba de gasolina, reparei que tinha algo pingando no cano da bomba, pensei que seria combustível e achei melhor dar uma olhada. Ao sair do carro e me aproximar da bomba, percebi que o que escorria não era combustível, mas ao invés disso, aparentava ser sangue. A princípio não dei muita importância, caminhei até aporta da loja e gritei por alguém. Ninguém apareceu, passei a bater na porta, mas parecia que nada que eu fizesse atraia a atenção de alguém. Desisti e me virei, mas um homem vestido de frentista apareceu na minha frente. Dei um grito tão alto, mas ele não se moveu.
– Achei que não havia ninguém aqui! – Disse me recompondo.
– O que a dona deseja? – Ele perguntou com sua voz grossa e séria.
Era um rapaz alto, tinha os olhos verdes e a pele bem bronzeada, mas eu podia ver apenas seu rosto e seus braços, pois aquela roupa cobria-lhe todo o seu corpo. A roupa estava surrada, suja e manchada de tons escuros, em baixo de suas unhas tinha sujeira e seus cabelos estavam desgrenhados. Tive medo daquela figura bizarra que me surpreendera, mas se quisesse sair dali, ele teria que encher o tanque do meu carro.
– O tanque do meu carro está vazio, pode enchê-lo por favor?
– Claro dona.
– Onde fica o banheiro?
– Vá até a loja e vire a direita ao final.
Fui até o final do corredor e entrei no banheiro, até ali tudo bem.
POV Narrador
Jack era um homem muito engenhoso, calculista e frio acima de tudo. No momento que Carrie entrou na loja de conveniência, ele logo tratou de colocar seus planos em ação. Foi até o tanque de combustível do carro e retirou quase toda gasolina que restava, com a ajuda de um aparelho de sucção. Depois foi até o painel do carro e calibrou o marcador de nível de combustível para o modo cheio. A peça estava armada.
Carrie adentrou o banheiro meio desconfiada, o ambiente não estava limpo, ou melhor, parecia estar sujo desde de 1979. Ela preferiu não se arriscar muito sentando no vaso, então tentou achar a melhor posição para fazer o que tinha ido fazer. Ao terminar, foi até a pia e tentou lavar as mãos, mas ao abrir a torneira, não havia água, nenhuma gota. O cano engasgou por um momento e um líquido negro e de odor podre desceu por ele, Carrie ficou apavorada com a situação, decidiu sair logo daquele lugar que ficava estranho a cada momento.
Voltou então ao carro e verificou o marcador de combustível, estava tudo “ok”. Pagou e ligou o motor, o carro respondeu ao comando e ela acelerou sem dar tchau. Tudo parecia estar bem, até que ela percebeu que o marcador de combustível tinha regressado a zero. O carro parou de repente a menos de 1 km do posto.
– Droga! O que há agora? Aquele cara me enganou!
Carrie resolveu voltar a pé ao posto. Enquanto andava parecia desfilar sobre o asfalto, seu corpo esguio e delicado erguia-se sobre a estrada, enquanto seus olhos claros fitavam o horizonte e seus cabelos tremulavam ao vento.
Alguns minutos se passaram até que ela alcançou o posto, furiosa, pronta para armar uma confusão, mas analisou a história e sabia que não seria nada bom criar uma situação com um rapaz desconhecido, à noite, em um posto qualquer afastado de tudo.
– Você não reabasteceu o carro! Ele parou de repente no meio da estrada, como você explica isso?
– Olhe para o chão moça. – Respondeu ele.
– O que? Por que está me mandando fazer isso?
– Olhe para o chão moça! – Ele repetiu mais grosseiramente.
Carrie olhou para o chão e o que viu foi uma poça enorme de gasolina e um rastro que ia até a pista e se perdia ao fim da curva.
– Meu carro estava com um vazamento e você não percebeu isso?
Jack olhou para ela como se ela fosse um grande pedaço de carne prestes à ser devorado por um cão faminto.
– O que há comigo? – Perguntou ela.
– A dona é muito bonita.
– Você pode fazer o favor de concerta o meu carro?
– Eu sou o dono do posto e eu faço o que eu quiser entendeu?! – Carrie olhou para o frentista como se ele fosse matá-la ali mesmo - E o que eu quero agora é você!
A moça estava há uns três metros de distância do rapaz e sem avisar correu como uma louca em direção a mata que cercava o posto, ele disparou em sua direção como um lobo atrás da sua caça.
– O que você quer comigo?! – Gritava ela.
Ele estava se aproximando quando parou e deixou-a correr um pouco mais. Ela correu tanto que ao olhar para trás, não mais o via, respirou aliviada por um momento, mas não sabia onde estava. A mata era densa e fechada em alguns pontos, as árvores tomavam toda a paisagem, Carrie estava ofegante, enquanto tudo estava em silêncio ao seu redor.
– Acho que ele desistiu. – Disse ela ao se virar.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Carrie foi surpreendida pela presença praticamente macabra do frentista Jack, que a agarrou de repente, enquanto ela esperneava e socava-o nas costas, mas como um bom masoquista, ele convertia a dor em prazer.
– Bate mais vadia! Eu vou descontar cada murro que você me deu! – Disse dando uma risada maligna ao fim da frase.
Notas finais do capítulo
E aí? Comentem oq acharam!
Leia mais: http://anjo-renegado.webnode.com/contos/necrofilia-a-morte-pede-por-sexo/cp1/
Capítulo 2
O Olho da Morte
Notas iniciais do capítulo
meu pc fudeu total. to escrevendo isso pelo teclado virtual, por isso que demorei de postar o cap, escrevi a historia pelo tablet e por isso ela ficou um pouco menor do que tinha em mente. Espero que gostem. FAVORITEM se realmente gostarem!!!
Carrie continuava se debatendo enquanto Jack a carregava de volta ao posto.
– Parece que a cachorrinha gosta de bater. – Jack soltou-a de repente e a fez cair em umas folhas secas ao seu redor.
A mulher estava em adrenalina, para reprimir o medo ela gritava e chutava, tentava manter-se forte naquela situação, talvez surtisse algum efeito sobre o rapaz bizarro que a atacou. Carrie tentou correr, mas Jack repreendeu a ação e com agilidade, tratou de agarrar-lhe o cabelo e o puxou para si, fazendo a mulher soltar um arquejo de dor. Em seguida retirou do bolso do roupão um pequeno pano embebido de clorofórmio e levou até a face fria de Carrie, pressionou-o contra suas narinas e ela apagou imediatamente.
POV Carrie
Eu havia apagado, não me lembrava muito bem das coisas, sei que quando acordei estava em um lugar horrível. Enquanto estava desacordada, aquela criatura estranha me levou a um cômodo mal iluminado dentro da loja de conveniência, havia um freezer no canto da sala, uma mão pendia sobre a borda do freezer aberto, meu coração gelou. Levantei e fui até o grande freezer branco, fiquei perplexa! Dentro do recipiente jazia três ou quatro corpos, alguns estavam sem os órgãos, havia estômagos, pulmões, corações e intestinos espalhados entre os cadáveres. A cena era bizarra, minha mente foi bombardeada com imagens macabras, meu organismo reagiu mal aquilo tudo e eu vomitei nos cadáveres daquele freezer.
–Com que tipo de animal eu estou lidando? Que horror, quem faz isso? Qual tipo de mente doentia guarda corpos dilacerados em um freezer?
Eu não conseguia assimilar as coisas claramente, a cada momento que passava naquele ambiente, sentia-me num filme de terror, um pavor invadia o meu ser, um silêncio amedrontador assustava minha alma.
A sala era pequena, quadrada e escura, procurei uma porta, mas nao encontrei,então me perguntei como havia chegado ali. Procurei uma entrada pelo chão, não existia, olhei para o teto e vi um quadrado feito em madeira, devia ser a entrada com certeza. Ao baixar a vista, vi um buraco na parede na linha do chão, tinha uma grade impedindo a passagem, mas a abertura não era tão grande para que eu pudesse passar, aquelas grades nao fariam nenhuma importância. O buraco ficava na parede do lado oposto ao freezer, um líquido rubro escorria entre as grades, aproximei-me da grade e agachei-me diante dela, desci meu corpo para ver o que havia depois do buraco.
– Ahhhhhhhh! - Soltei um grito apavorante e foi como se aquilo atrás do buraco tivesse gritado junto comigo. Sua expressão emanava horror, dor e sofrimento.
Um rosto em decomposição me olhava do outro lado do buraco, um dos olhos tinha sido arrancado e o outro estava pendurado por veias ao corpo, a boca sangrando com alguns dentes arrancados parecia estar gritando por socorro. A cena era terrível, tenebrosa... Dantesca. Minha vontade era evaporar, me teletransportar dali, mas não tinha como, comecei a gritar e a arranhar as paredes, minhas unhas lascaram e meus dedos ensanguentaram-se, arranquei a tinta da parede e meus atos insanos chamaram a atenção do frentista maluco.
Ouvi um ruído vindo do teto, era a portinhola sendo aberta, Jack colocou a escada pela abertura e desceu calmamente, enquanto ele descia pulei sobre seu corpo e o arrastei para baixo, ele desabou sobre os meus pés e aproveitei para tentar subir a escada de madeira. Virei rapidamente o olhar para baixo e o vi com a mão na cabeça, quando estava perto de sair daquele local pútrido, ele agarrou a minha perna e me puxou de volta, agarrei-me a um dos degraus, mas não foi suficiente para que evitasse a queda, cai sobre ele.
– Ta pensando que vai conseguir fugir? Tenho muitas coisas para te mostrar cachorrinha! - Ele me olhava com os olhos vidrados, tinha medo daquele olhar hipnotizante, parecia que iria me perder nos seus olhos verdes.
– Por que você tem cadáveres no freezer?
– São parte de uma coleção. Minha coleção! Não os toque, não permito que toque neles, são meus! - Ele gritava e sussurrava, oscilando a voz de repente, como alguém que carrega algum trauma ou transtorno mental.
Jack tentava me prender nos seus braços, estava quase me sufocando.
– Não vou deixar que escape de mim, eu preciso de você... - Passou a falar em um tom infantil, meio débil, como se eu fosse algo precioso.
– Eu não vou te deixar, agora me solte e eu te ajudarei.
Não esperei que ele fosse me obedecer, mas me surpreendi, ele me soltou e eu dei um passo para trás, a escada estava logo atrás de mim.
– Me diga seu nome.
– Jack.
– O que gosta de fazer Jack? - Dei mais um passo para trás.
– Gosto de brincar com mortos.
Virei-me depressa para a escada e tornei a subir, mas o frentista chutou a escada fazendo eu cair de costa para o chão. Me senti como uma fruta podre ao se desprender do galho.
– Puta! Você me enganou! Vadia!
Ele pulou sobre meu abdômen e ficou sobre mim, me deu um tapa no rosto e eu soltei um grunhido, em seguida encostou o seu rosto no meu e alisou meus cabelos, lambeu minha face como se me degustasse, beijou a minha boca. Eu senti nojo, mas até que ele era bonito, porém o fato dele ser um maníaco mudava toda a situação. Tentei dar uma joelhada no seu pênis mas não deu muito certo. Ele pegou com as duas mãos a gola da minha blusa e a rasgou, meus seios ficaram a mostra e ele os apalpou e os chupou.
– Me solte agora! Ahhhhhh! - Gritava aflita, mas ninguém podia me ouvir.
Ele continuou me abusando enquanto eu gritava feito uma louca. Ao olhar para a parede, vi o olho cadavérico daquele corpo olhar para mim e percebi que aquele corpo pertencia a um homem. Era um homem em decomposição.
Notas finais do capítulo
Ficou curto eu sei... comentem!
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Capítulo 3
As Portas
Notas iniciais do capítulo
Oi gente, escrever pelo cel é horrível, vc nunca sabe quantas palavras tem o texto, mas está ai o terceiro capítulo. Espero que gostem bastante! Até mais...
POV Narrador
Jack deslizava sua mão direita entre as pernas de Carrie, a mulher gritava e chorava, mas aquilo não ajudava em nada, o frentista continuava saciando sua louca vontade por sexo, como se não o fizesse a meses, parecia um animal no sio, sedento por um corpo para penetrar.
Enquanto isso ela ia analisando o local com mais atenção, procurando uma única coisa que a ajudasse a se livrar do estuprador que agora tentava arrancar a sua calça.
– Tá gostando vadia? Até parou de gritar. - Jack achava que já tinha a situação sobre controle.
Carrie estava próxima do freezer, ao olhar para de baixo da grande peça de metal, viu uma forma cilíndrica e comprida, o que pensou ser um bastão de baseball, o que realmente era. Ela estendeu sua mão livre para pegar o bastão enquanto simulava alguns gemidos de prazer, a essa altura ela já estava quase totalmente despida, sua blusa rasgada, sua calça retirada e atirada a um canto do cômodo e sua calcinha sendo revirada pela língua e lábios nervosos de Jack, que havia se entregado ao prazer e esquecera do bastão jogado em baixo do freezer. Enfim Carrie conseguiu encostar seu dedo indicador na parte superior do bastão e o rolou para fora - uma luz muito fraca brilhava atrás do grande freezer branco - ela agarrou-o firmemente e o lançou com voracidade ao impacto certeiro com a cabeça do frentista Jack, que ao ser atingido tombou agonizando sobre o corpo de sua vítima.
A mulher levantou desesperada e o golpeou novamente na cabeça, abaixou, agarrou a escada e a ergueu, encaixando-a na abertura do teto. Subiu os degraus sem fazer muito barulho, ainda empunhando o bastão de baseball com sua mão direita. Ao chegar ao topo da escada, saindo do cômodo subterrâneo, Carrie se deparou com um novo cômodo iluminado por uma luz de teto fraca e amarelada, todavia, o que ela achou intrigante, foi a existência de cinco novas portas no local, duas ao lado direito, mais duas ao lado esquerdo e uma a sua frente. O corredor era extenso, Carrie voltou-se para o chão e suspendeu a escada, ao terminar de içar-la, trancou a portinhola, deixando Jack preso no quarto escuro.
Com cautela ela analisou as portas do corredor e as testou para ver se estavam abertas, começando a partir da primeira do lado esquerdo, ao testar a terceira porta, já do lado direito, percebeu que ela também estava fechada, um pânico invadiu a sua mente ao pensar que teria de voltar ao piso subterrâneo para apanhar um molho de chaves que supostamente estava com o Jack. Ela já ia testar a quarta porta quando ouviu um barulho de respiração ofegante vindo da porta ao fim do corredor, a quinta e última porta, ao se aproximar ela pode observar que a porta estava entreaberta.
Rapidamente, Carrie põe-se a olhar pela fresta na porta e vê algo surreal!
– Isso não pode ser verdade! Como? Como? Ele está lá em baixo!
O que ela viu era simplesmente impossível. No cômodo à sua frente tinha uma cama cujos lençóis estavam manchados de sangue e sobre ela jazia um corpo esfaqueado e sem vida e sobre o corpo, o frentista praticava atos sexuais, penetrando a mulher de cabelos morenos, cuja vida havia sido ceifada para alimentar o desejo necrófilo de um homem de mente doentia.
Carrie ficou abismada com a cena, como ele podia estar ali, se ele estava preso num cubículo a baixo do solo? Ela começou a pensar se aquilo era mesmo real, ou apenas um pesadelo maligno, ou se estava envolvida em algum mistério sobrenatural. A sua cabeça começou a embaralhar, ela recuou e voltou a quarta porta, ao tocar a maçaneta e torcê-la, descobriu que aquela porta também estava aberta. Abriu.
POV Carrie
Eu não sabia mais o que fazer, parecia que onde quer que eu fosse ele sempre estava lá, em todos os cantos, a me espreitar, pronto para me atacar e me abusar. Eu estava diante daquela porta, vestida com farrapos, uma blusa rasgada e uma calcinha cobriam o meu corpo, meu maior erro foi ter aberto aquela maldita porta. Ao abrir a porta vi mais cadáveres, amontoados, ensanguentados, destroçados e espremidos naquele armário. Aquele monte de corpos caiu como uma avalanche sobre mim, fiquei lambuzada de sangue podre. O barulho dos corpos vindo abaixo ecoou pelo corredor.
POV Narrador
O frentista ficou imóvel ao ouvir o barulho que vinha do corredor, deixou seu cadáver sobre a cama e vestiu a calça que estava pendurada no braço de uma cadeira no canto do quarto. Seguiu até a porta e ao abri-la, deu de cara com Carrie, em pé, segurando um bastão numa posição de ataque. No chão, um amontoado de corpos erguia-se diante dele.
– Cachorrinha quer brincar de vasculhar os armários? - Disse em um tom descontraído.
– Me deixa em paz! - Ela gritava enquanto deixava suas lágrimas caírem.
– Ainda não percebeu que não pode se livrar de mim? Ninguém nunca escapou de mim, não será uma vaquinha que conseguirá!
E dizendo isso, ele pulou sobre ela e agarrou o bastão de baseball. A vendedora de cosméticos tentou se livrar das garras do frentista, mas ele roubou o bastão com destreza e a desarmou. Em seguida agarrou-lhe pelo pescoço e a pressionou contra a parede, com a voz abafada ela disse:
– Me come!
– Está se dando cadela? Não disse ainda o que quero fazer contigo. Mas comer? Não está cedo para isso? Existe outros modos de se divertir sabia?
Aquela sequência de perguntas revirou a cabeça da vendedora, nem parecia o mesmo Jack que a minutos atrás deliciava-se com perversão sobre suas partes íntimas.
– Me come desgraçado!
O frentista pressionou a moça com mais força contra a parede e deu-lhe um beijo, ela pode sentir o volume da calça dele entre suas pernas. Um arrepio tomou o seu corpo e ele desceu seus lábios até o seu pescoço, os fios do seu corpo esticaram-se como se fossem pular da sua pele clara, ele mordeu sua pele e colocou sua mão dentro da calcinha dela, com a mão esquerda ele pegou nos cabelos dela pela parte de trás da cabeça e os apertou firmemente.
– Existe muitas coisas para se fazer Carrie Hudson...
– Como sabe o meu nome?
– Eu sei de tudo que preciso saber a seu respeito.
O coração da moça acelerou ao ouvir aquilo. O que mais ele sabia a seu respeito? Nem lhe passou pela cabeça que dentro da van tinha todos os seus documentos guardados na carteira. O rapaz começou a dar tapas em seu rosto e a empurrou em direção ao quarto onde antes ele praticava a chamada necrofilia, Carrie viu o corpo morto novamente, era uma garota de aproximadamente 16 ou 17 anos.
Além de uma cama e uma cadeira, nas paredes do quarto penduravam-se diversas correntes de ferro, algumas grossas outras mais finas, todas com prendedores de pulso, alguns utensílios afiados como facas e machados também enfeitavam a parede, além de uma alabarda - espécie de espada medieval. No centro do quarto um aparato de ferro cheio de correntes chamava a atenção de quem passasse por ali, era um aparelho usado para prender pessoas, para que uma outra pessoa as estuprassem.
Carrie foi arrastada pelo frentista até uma das correntes nas paredes, ele carregava consigo o bastão usado por ela para coibi-lo. Ela já não tentava mais se defender, estava se entregando a ele para ter tempo de pensar em uma saída, algo que pudesse salva-la daquele maníaco.
POV Carrie
Ele me prendeu àquela corrente, estava naquele quarto nojento, com um cadáver feito de escravo sexual, se não fizesse algo logo terminaria do mesmo jeito. Agora ele estava diante de mim, vendo minhas lágrimas descerem sobre minha face, com um sorriso maléfico no rosto. Olhou no fundo dos meus olhos, me vi nos seus olhos verdes. Ele encostou seus lábios nos meus e deu as costas, ouvi o bater da porta.
Notas finais do capítulo
E ai o que vcs acharam? Quero comentários galerinha!
Capítulo 4
Submissão
Notas iniciais do capítulo
Oi gente, o cap ficou um pouco curto, mais outros virão... Obrigado por lerem e comentem!
Quem quiser ver a Carrie entra nesse link...
http://www.blogdicas.com/wp-content/uploads/2012/08/Ser%C3%A1-que-os-homens-preferem-as-loiras-realmente.jpg
E o Jack...
http://www.pop.com.br/imagens/johnconstantine/quadrinhos/cinema/1107031_o-famigerado-john-constantine.jpg
Quem quiser ver a Carrie entra nesse link...
http://www.blogdicas.com/wp-content/uploads/2012/08/Ser%C3%A1-que-os-homens-preferem-as-loiras-realmente.jpg
E o Jack...
http://www.pop.com.br/imagens/johnconstantine/quadrinhos/cinema/1107031_o-famigerado-john-constantine.jpg
Como eu sairia daquele lugar horrível? O cerco se fechava cada vez mais para mim, era uma mulher fraca enfrentando um homem doentio, num lugar no meio do nada, não sabia nem se existia alguma linha telefônica no posto. Uma coisa começou a martelar a minha mente, até aquele momento eu já tinha visto pelo menos quinze cadáveres, se tantos desaparecimentos aconteceram naquela região, como era possível que não se tivesse achado o culpado? Ou melhor, como não perceberam a existência suspeita daquele posto quase abandonado? Como não vasculharam aquele muquifo? Como? Como? Parecia impossível não terem descoberto sobre a necrofilia que se espalhava pelos cômodos escuros daquele local. Enquanto formulava e refletia sobre todas essas perguntas, passou uma ideia pela minha cabeça, talvez aquilo desse certo.
Eu sabia que naquela situação não poderia me dar o luxo de cochilar, mas meu corpo pedia por descanso. Adormeci.
POV Narrador
Enquanto Carrie dormia, Jack a observava sentado a sua frente, analisando e desejando o seu corpo como se ela fosse a última mulher viva da Terra. Seu olhar era de perversão, mordia os lábios e deslizava a língua sobre eles, pensava em tudo que poderia fazer com a garota antes, durante e depois de sua morte. Pensamentos macabros lhe surgiam, com certeza ele tinha um diabinho em seu ombro, mas no outro certamente não teria um anjo, mas outro diabinho ainda pior que o primeiro. Cansado de apenas observá-la, decidiu se masturbar um pouco admirando seus seios redondos e bem feitos, ela estava tão sexy para ele: suja, com algumas marcas de tapas no rosto, as roupas arrancadas, aquilo era tão excitante para ele que parecia que ele explodiria a qualquer hora com seu orgasmo.
– Ela é tão linda, pena que seu fim será tão diabólico e triste. - Um sorriso malvado estendeu-se no seu rosto, seus olhos emanavam um desejo alucinante por carnificina.
A moça acordou de repente. Ao erguer a vista para sua frente, viu o frentista com a mão no pênis fazendo movimentos repetitivos para cima e para baixo.
– Eu estou com fome e muita sede. - Disse com a voz tão fraca e rouca, que Jack quase não pode ouvi-la.
– Você não está em uma colônia de férias gracinha, a piranha tem que acostumar-se a ficar fora d'água. Não se pode ter tudo vadia, eu não tive tudo que quis, olhe como estou hoje. Acha que não sofri? Se você sofre hoje é apenas uma parcela que o mundo me deve por ter sofrido tanto no passado! A culpa é sua por eu ser assim! A culpa é toda sua vadia! - Ele soltou um grito tão alto que ela sentiu seus ouvidos arderem.
– Eu preciso de água Jack... pega água pra mim. - Ela disse com a voz mais doce que pode criar.
– Para! Não fala assim porra! Eu não posso te machucar ainda, eu preciso de você, eu preciso.
Estava claro para Carrie que Jack sofria de um sério transtorno mental, suas oscilações de humor eram surpreendentemente retardadas, era muito pior que uma simples bipolaridade. Ela não conseguia entender como ele conseguia ser tão sensual e atraente em alguns momentos e como ele se transformava naquela criatura débil que cuspia frases arrogantes e agia como uma criança que tem medo de dormir sozinha. Era complexo, o que dava para entender é que ela estava se relacionando com pessoas diferentes, mas o que ela via era apenas uma pessoa.
– Se você precisa de mim, por que não me solta? - Ela encarou-o com olhar de súplica.
– Jack não gosta desse olhar... - Ao falar isso ele se aproximou dela e começou a destrancar as travas que prendiam os seus pulsos.
Ao terminar de solta-la, ela desabou aos seus pés. Carrie foi se erguendo lentamente, apalpando as pernas do rapaz, ao chegar a altura da cintura ela ficou frente a frente com a genital do frentista, a qual abocanhou e a chupou com vontade. O homem estava em êxtase, seus olhos reviravam de prazer. Ele a segurou pelos cabelos e a puxou para trás, sentou na cadeira e ela ajoelhou diante dele e continuo a fazer-lhe o sexo oral. Em questão de minutos Jack gemeu ao sentir o orgasmo, seu esperma agora escorria sobre a face da vendedora.
Ao sentir que ele estava em espasmo, ainda se recuperando da sensação de prazer, Carrie correu depressa até o machado na parede e reuniu todas as suas forças para erguê-lo sobre seu ombro. Com o machado em punhos ela o lançou contra o frentista, que deu um pulo da cadeira e rolou pelo chão, o machado atingiu a cadeira e ficou preso a madeira, a vendedora o retirou e virou-se em direção a Jack, que ainda se recuperava do susto.
– Vadia! Você não gosta mais de mim?
– Do que você está falando? Eu nunca gostei de você, nunca gostaria de um retardado!
– Ahhh! - Ele gritou em fúria.
A moça correu em sua direção e deu-lhe mais um golpe, esse por sua vez o atingiu de raspão e o feriu superficialmente no braço esquerdo.
– Esse corte não ficará sem retorno. - E gargalhou como se ele tivesse ferido-a.
Os dois estavam cara a cara novamente, ele há uns cinco metros de distância dela, ela estava exausta e cansada caiu de joelhos com o machado nas mãos. Largou o machado e esperou o pior, preferia morrer à lutar e perder para aquele tosco brutamontes. Ele foi até ela com o braço sangrando e chutou o machado para longe, segurou-a pelo pescoço e a lançou ao chão, sua cabeça se abriu ao bater contra o piso e o seu sangue escorreu por sua testa e entre os seus olhos e seu nariz, ele pisou-a na nuca e ela soltou um gemido baixinho. Novamente pegou o pano com clorofórmio no seu bolso e o pressionou contra o rosto da vendedora. Ela apagou e enquanto isso ele a arrastou para fora do cômodo.
Notas finais do capítulo
Falem oq acharam, deem dicas para a fic!!
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AR - (Anjo Renegado)