Queria Ser Como Um Violão
Queria ser como um violão,
Como a melodia do som da nota de uma corda,
Como o imaginar do pensar, tocar
E do som ressuscitar vida morta.
Emergir a canção do coração.
Fazer florescer a esperança,
E que ela nos traga
Doces lembranças...
Nos livrando de todo o mal,
Purificando nossa alma,
Nos tornando vida vívida,
Em um som que acalma.
Queria ser como o soar do violão,
O dedilhar que produz o som,
Um dedo entre as cordas,
Propagando o meu dom, de tocar e tocar...
Encantar e cantar sorrisos envolventes
E envolver-te em melodia,
E que esse nosso presente
Se transforme em futura fantasia,
Na alegria de te ter ao meu lado
E sentir cada momento,
Saborear do seu beijo
E tocar, violão, notas do nosso tempo.
-Ítalo Barbosa e Alexandre Silva-
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Indecorosos
Tenha vergonha, suma da nossa frente,
Não gostamos de você,
Seres sem mente
Que mente e só mente para si mesmo...
Morram ou sejam presos!
Vocês nem são dignos da solidão.
Por que nasceram?
Não são nada além de pútrido cidadão.
Dotados de um vazio no coração,
Donos da alienação,
Sedutores da destruição.
Seguidores da lei do mundo,
Lei desordenada, ilustrada por sangue,
A parte suja da pátria!
Animais nojentos, odeio vocês
E seus anseios sangrentos,
Que puxam seus amados
Para o fundo oriundo de suas ações.
Vocês são ruins para o mundo,
Para mim, para ele, pra ti.
Sumam, morram ninguém os quer aqui.
Vocês acabam com a esperança
Da nossa nação,
Não pensam nas consequências
Dos seus atos de pura aniquilação.
-Alexandre Silva-
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O Renegado e a Sombra
[Renegado] Tudo está morto para mim,
Sombra amiga
Só tu acaricias meu ódio
Por essa luz escura
Que apagou minha esperança.
Rejeitado por quem me concebeu,
Fui atormentado por anjos
Os quais me apresentaram a vingança,
A ausência da luz
E ao escárnio do meu ser,
Ao ódio da escuridão das minhas lembranças,
À epístrofe,
A morte do meu ser.
Oh sombra amiga,
O infinito poço podre de minh’alma
Refletido nos meus olhos,
Mostram a mágoa
E a cólera que transbordam
Sobre meu semblante triste, cansado e rancoroso.
Anjos da luz seu ego orgulhoso,
Que te transformaram em nada,
Temem a escuridão
Por medo de sua grandiosidade,
Pois a sombra
É o lugar onde a luz não toca
E não pode se fazer presente.
[Sombra] Luz, eu acolho seus condenados,
E formo guerreiros para te derrubar,
Pois, tu não podes me negar!
Somos forças opostas,
De mesmo objetivo.
Lutamos por uma paz relativa,
Coerente a cada lado.
Luz e Treva,
Mas não há paz
Se não houver guerra,
Alguém tem que ceder
Ou o sofrimento prevalecerá
Em ambas as partes.
-Ítalo Barbosa e Alexandre Silva-
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Círculo Cíclico Monótono Circular
É como vivemos,
Como o mundo que estamos,
Uma esfera, é apenas isso,
Não há mudança alguma.
E sempre volta,
Por mais que não queira,
Retorna, revolta e faz brigar...
A voz se cala e só me resta o olhar;
E encaramos um ao outro
Por um longo tempo,
Sem voz, silêncio, sem fala.
E fingimos hostilidades,
Fingimos indiferença entre nós,
Mas sempre há aquela vontade,
Aquele desejo de perguntar:
O que faz agora?
E assim calar o silêncio,
Silenciá-lo e interagir,
Mas onde fica o nosso ego?
Sem ele para onde vai nosso orgulho?
Somos tão orgulhosos...
Cabeças duras.
Não damos conta do nosso potencial.
Somos tão hipócritas!
Perceba!
A união como dizem faz a força
E a força,
Constrói fundações saudáveis.
Juntos somos criação...
Mente, espírito, coração.
Evolução, evolução
Revolução.
Mas não deixe que este,
Círculo cíclico monótono circular
Complete mais uma volta!
Faça retas, vá em frente, sem curvas, sem ciclos!
-Ítalo Barbosa-
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AR - (Anjo Renegado)